A maravilhosa Ilha de Madagascar.

A fantástica versão que a DreamWorks construiu para levar zebras, leões, hipopótamos, girafas e pinguins para a inóspita Ilha de Madagáscar pode não ser tão absurda assim.

Isso porque um estudo publicado nesta semana pelo periódico Proceedings of the National Academy of Sciences of United States of America propõe que os vertebrados que vieram à ilha africana podem ter chegado por meio de pequenas embarcações improvisadas ou pela mudança no fluxo das correntes oceânicas próximas a Madagáscar.

O novo estudo busca compreender como se formou o grande número de espécies endêmicas e a variedade animal da ilha, que vem sendo especulada há tempos, mas sem nenhuma teoria consistente.

Desta vez, os pesquisadores acreditam que esta migração de diversas espécies pode ter ocorrido há 65 milhões de anos, após os continentes terem se separado e isolado Madagascar. E, então, muitos dos ancestrais dos animais que povoam o lugar hoje podem ter sido guiados pela corrente oceânica do Canal de Moçambique e seguido em balsas, pequenas ilhas flutuantes ou até mesmo nadando.

Para as aves que habitam a quarta maior ilha do mundo, a explicação é a inversão das correntes oceânicas, que teria ocorrido há 23 milhões de anos. O fato pode ter ajudado os pássaros a voar do continente africano até a ilha.

A equipe de cientistas analisou dados comparativos entre os animais da ilha e seus parentes extintos mais próximos fora dela, o que possibilitou a fixação de datas para a ocorrência desta migração. Além disso, dados oceanográficos e geográficos da época ajudam a sustentar o estudo.

National  Geographic   REINO ANIMAL 21/03/2012

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Descolonização do continente africano.

Descolonização do continente africano.

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Como vimos na colonização do continente às colônias tinham a administração diferenciada de acordo com o colonizador. A descolonização não conseguiu alcançar a transformação social e o desenvolvimento autocentrado. Podemos dizer que a África só mudou de dono, deixou de ser colônia da Europa e ficou subordinada pelos Estados Unidos e União Soviética (a Guerra Fria) o imperialismo foi trocado pelo neocolonialismo.
A ascensão dos Estados Unidos e da URSS como potências mundiais as reivindicações africanas de emancipação e os interesses econômicos das emergentes multinacionais norte-americanas, que tinham como obstáculos as políticas dos impérios coloniais, foram determinantes do processo de descolonização dos países africanos. Mesmo o curto período de duração (menos de um século de ocupação efetiva) foi suficiente para transformar o continente profundamente, tanto do ponto de vista das configurações territoriais herdaram fronteiras coloniais traçadas segundo os interesses europeus como a organização política e social.

Referências Bibliográficas.
Formação Docente- América Latina e África. Cursos de Especialização para o quadro do Magistério da SEESP
Memória da África- Biblioteca Digital

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A colonização do continente africano.

A retalhação do continente africano.

A colonização da África foi tardia em relação a do continente americano, devido a dificuldade em encontrar portos que favorecessem a entrada no continente, além de um litoral de difícil acessibilidade ainda havia as tempestades na região e não contribuíam para a chegada do europeu.
A África já tinha uma parte conhecida e uma cultura desenvolvida, os fenícios chamavam o território de Afryguah (colônia), gregos a chamaram de Aphriké e os romanos de Afrigah. Com as novas descobertas o continente  todo passou a ser chamado de África.
A Grã-Bretanha, França, Bélgica e Portugal foram as potências mais beneficiadas. A colonização foi totalmente de exploração, uniu e separou áreas econômicas, desrespeitando totalmente a tradicional ordenação do continente, criando novas realidades sociais e política. A cultura foi massacrada e o continente retalhado.
O império francês agrupou suas diferentes áreas em blocos com sede regional e unidade administrativa.
Devido à dispersão de suas colônias, Portugal não criou unidades do tipo das implantadas pelo império francês, ficando cada colônia diretamente subordinada à metrópole.
O império belga (Congo e ex-colônias alemãs de Ruanda e Burundi), possuindo continuidade geográfica, era unificado. O império britânico com colônias dispersas na África Ocidental e agrupadas na Oriental apresentou variados tipos de dominação.
Essas variedades administrativas dos impérios coloniais, determinarão a variedade de modelos de descolonização.

Referencias bibliográficas

 Formação Docente- América Latina e África. Cursos de Especialização para o quadro do Magistério da SEESP
Memória da África- Biblioteca Digital

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NOTÍCIAS

Mostra “África Hoje” vai exibir 24 documentários em São Paulo

31 mai 2012

 

Entre os dias 29 de maio a 10 de junho a cidade de São Paulo recebe a “Mostra África Hoje”, que vai exibir 24 documentários produzidos sobre o continente africano. O evento acontece na Caixa Cultural, no centro da capital paulista. No dia 1º de junho será também realizado às 19h45 um debate que irá discutir a cinematografia da região. A mesma Mostra foi exibida no Rio de Janeiro entre os dias 15 e 27 de maio.

 

A curadora e cineasta Luciana Hees explica que a ideia surgiu quando um grupo de brasileiros foi para Moçambique e decidiu trazer os filmes africanos para o país. Luciana trabalha em Moçambique desde 2003, onde é responsável pela produção do Dockanema, um dos principais festivais de documentários da região. “Nós levamos produções internacionais para Moçambique. E também exibimos muitos filmes africanos”, afirma a curadora.

 

Para ela, é importante mostrar ao público brasileiro uma África atual. “Ficamos um ano amadurecendo o projeto. Queríamos mostrar uma África ativa e não tradicional. Acho que no Brasil ainda se tem uma ideia de que os africanos são como os nossos índios. É uma imagem que ainda tem esse resquício, com foco nas guerras, fome e na natureza selvagem com leões e elefantes. Era isso que nós queríamos mudar”, declara.

 

A cineasta afirma que existe uma janela ainda pequena para exibição de filmes africanos no Brasil, especialmente fora do circuito comercial. Festivais importantes como o do Rio incluem filmes africanos na programação. E algumas universidades brasileiras também promovem sessões, fruto das relações com instituições de ensino africanas ou mesmo as embaixadas.

 

Ela conta que a recepção do público é excelente. “As pessoas ficam interessadas e surpreendidas e querem saber mais. Existe muita riqueza de realidade”. O perfil do público é bem diverso, desde estudantes e professores, representantes de movimentos afrodescendentes e pessoas ligadas ao cinema.

 

Além da mostra, ela elenca outras ações que podem formar público para filmes africanos. Uma delas é envolver as escolas no processo. “É um público ávido, que está começando a entender o que é o mundo. E o tema interessa a todo mundo, pois o Brasil tem muita influência do continente”, afirma.

 

A cineasta acredita que é difícil comparar os filmes africanos com os brasileiros, dada a diversidade do continente. Mas explica que existem visões diferentes de acordo com a procedência dos realizadores. “Um produtor de origem estrangeira que aborda a África tem uma visão, normalmente, mais genérica e sensacionalista. Já os próprios africanos tendem a contar histórias por meio do indivíduo e conseguem ir mais fundo”, afirma.

Fonte: http://www.criaticidades.com.br/noticias/mostra-africa-hoje-vai-exibir-24-documentarios-em-sao-paulo/ (acesso em 03 junho de 2012)

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Ilha de Madagascar

ILHA DE MADAGASCAR

ilha de madagascar – localização

Madagascar é uma ilha localizada no oceano Índico, na costa leste da África. Madagascar é a quarta maior ilha do mundo, sendo maior que a França e um pouco menor que o Texas. A ilha foi separada do resto do continente africano há mais de 150 milhões de anos e por isso a maiorias das plantas e animais encontrados lá não existem em nenhum outro lugar do mundo.

ilha de madagascar

Por ser tão remota, Madagascar só foi povoada por seres humanos nos últimos 2 mil anos, o que é recente na história da humanidade. Os Malagasy, como são chamadas as pessoas que nascem na ilha, são descendentes de povos da Indonésia, que atravessaram o oceano Índico e vieram parar em Madagascar. Povos árabes e africanos chegaram mais tarde e também fizeram contribuições importantes para a cultura da ilha.

ilha de madagascar

A costa leste de Madagascar era território de piratas até que os franceses colonizaram a ilha, no final do século XIX. A independência veio em 1960 e hoje Madagascar é um estado democrático.

Aproximadamente 75% das espécies de plantas e animais de Madagascar são endêmicas, o que significa que elas só são encontradas lá e em nenhum outro lugar do planeta. A ilha é morada para alguns animais bem estranhos, como os lémures, os tenrecs (que parecem um porco-espinho), camaleões de todas as cores, a fossa e vários outros bichos. Infelizmente, muitos desses animais únicos e muito raros estão ameaçados de extinção por causa da caça e da destruição das florestas onde eles vivem.

A ilha de Madagascar tem um dos maiores índices de biodiversidade do planeta.

Lagarto

Existem aproximadamente 200,000 espécies conhecidas em Madagascar, e 150,000 delas são endêmicas, o que significa que elas não são encontradas em nenhum outro lugar do mundo. Dentre essas espécies únicas contam-se 50 tipos de lémures, 99% dos sapos da ilha e vários pássaros. Na verdade, todos os lémures do mundo estão em Madagascar, o único lugar do mundo onde existe esse bicho engraçado.         

90% das mais de 300 espécies de répteis em Madagascar são endêmicas. A lsita de répteis da ilha inclui: lagartos, cobras, tartarugas & tortoises, e crocodilos.

Madagascar não tem vários tipos de cobras encontradas em outros países africanos. É interessante notar que os répteis da ilha tem seus parentes mais próximos na América do Sul e não na África.

Por serem tão exóticos, os répteis de Madagascar são muito procurados por colecionadores no comércio ilegal. Como consequência, algumas espécies de camaleão, geckos e tortoises estão ameaçadas de extinção.

Fonte: http://www.wildmadagascar.org/brazilian-portuguese/kids/15-wildlife-snakes.html; http://www.malapronta.com.br/blog/2011/01/20/conheca-a-ilha-de-madagascar/

Você pode aprender mais sobre a vida selvagem de Madagascar no Wildlife of Madagascar Packet [em inglês] (PDF).

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Apartheid

Apartheid

O apartheid, termo africâner que quer dizer separação, surgiu oficialmente na África do Sul em 1944, e serve para designar a política de segregação racial e de organização territorial aplicada de forma sistemática a aquele país, durou até 1990.

O objetivo do apartheid era separar as raças no terreno jurídico (brancos, asiáticos, mestiços ou coloured, bantus ou negros), estabelecendo uma hierarquia em que a raça branca dominava o resto da população e, no plano geográfico, mediante a criação forçada de territórios reservados: os Bantustanes.

Em 1959, com o ato de autogoverno, o apartheid alcançou o sua plenitude quando sua população negra ficou relegada a pequenos territórios marginais, autônomos e privados da cidadania sul africana.

Até aquele momento, a África do Sul com suas importantes riquezas minerais e sua situação geoestratégica, tinha se alienado do bloco ocidental. Contudo, o sistema racista fez com que, no momento em que se desenvolvia a descolonização, as pressões da comunidade internacional cresciam contra o  governo de Pretória.

Em 1960, a África do Sul foi excluída da Commonwealth (Comunidade das Nações). A ONU aplicou sanções. Em 1972, a África do Sul foi excluída dos Jogos Olímpicos de Munique, perante a ameaça de boicote geral dos países africanos. Finalmente, em 1977, o regime sul africano foi oficialmente condenado pela comunidade ocidental e submetido a um embargo de armas e material militar. Em 1985, o Conselho de Segurança da ONU convocou seus Estados membros para adotar sanções econômicas.

Em todas estas condenações internacionais houve certa hipocrisia. Durante a Guerra Fria, o regime racista foi visto como um muro de contenção à expansão do comunismo na África. Moscou, pelo contrário, animou a luta contra o apartheid armando Angola e Moçambique, países cujos governos pró-soviéticos se enfrentavam em guerrilhas patrocinadas pelo ocidente e apoiadas pela África do Sul.

O fim da Guerra Fria precipitou o fim do apartheid. O presidente Frederik de Klerk ,depois de várias negociações com os representantes das diversas comunidades étnicas do país, pôs fim ao regime racista em junho de 1991. Daí em diante, a população negra recuperou seus direitos civis e políticos.

Nelson Mandela

O processo culminou com a chegada de Nelson Mandela, mítico militante anti-apartheid que tinha passado 27 anos na prisão, à presidência da República da África do Sul.

Fonte: PACIEVITCH, Thais. Apartheid. Disponível em <http://www.infoescola.com/historia/apartheid/&gt;. Acesso em 01/06/2012

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Rio Nilo

Rio Nilo

Rio Nilo

O Rio Nilo é o principal rio que banha o Egito, a Uganda e o Sudão. O segundo maior rio do mundo em extensão com 6.650 km, perdendo apenas para o Rio Amazonas, nasce no lago Vitória, na Uganda (o segundo maior lago de água doce do mundo e o maior da África), e deságua em forma de delta, no Mar Mediterrâneo onde deposita 2.700 m³ de água por segundo.
Chamado de “Iteru”, ou “grande rio”, pelos antigos egípcios que devem a ele o desenvolvimento de sua civilização, o Nilo é atualmente sua fonte de energia através da usina hidroelétrica de Assuã (ou Assuão).
Ele é dividido em duas partes no Egito que são extremamente férteis devido à presença de mataria orgânica depositada periodicamente pelas cheias do rio: a região conhecida como “Vale do Nilo”, constituído por cerca de 15 km de ambos os lados ao longo de toda a sua extensão em território egípcio, e o “Delta do Nilo” a região onde ele deságua no mar e onde se divide em vários efluentes sendo que os dois principais são o Roseta e o Damietta, com uma extensão total de 9.600 km² de área fértil.

Delta do Rio Nilo

A bacia hidrográfica do Nilo é muito extensa ocupando uma região de 3.349.000 km². Em seu trajeto ele recebe vários nomes, ao sair do Lago Vitória recebe o nome de Nilo Vitória e, depois, ao passar pelo Lago Alberto recebe o nome de Nilo Alberto até chegar a uma região no Sudão onde recebe o nome de Al–Jabal (o montanhoso). No Sudão, ele atravessa um pântano conhecido como “Sudd”, e ao chegar à região do Malakal ele recebe o nome de Nilo Branco até chegar a Cartum onde se encontra com o Nilo Azul, um afluente vindo da Etiópia. Mais à frente, ainda em Cartum, o Nilo (ainda chamado de Branco), recebe seu último grande afluente, o Rio Atbara do planalto abissínio.
O principal afluente do Lago Vitória é o Rio Kagera, que nasce no Burundi, por isso, diz-se também que o afluente mais remoto do Nilo é o Kagera.

Por do Sol no Rio Nilo

Fonte: FARIA, Caroline. Rio Nilo. Disponível em http://www.infoescola.com/hidrografia/rio-nilo/. Acesso em 01/06/2012.

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O continente africano

O continente africano

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África: diversidade sócio-econômica

Aspectos Sócio-econômicos

Ao observar o continente africano pela sua ocupação ao longo dos anos, classifica-se a África em duas regiões: África “branca” (cultura árabe) e África “negra”(culturas locais).

Isto é possível em virtude da influência que a região norte da África (árabe) sofreu da ocupação dos povos do Oriente Médio (Ásia) durante os tempos, tendo como resultado um espaço totalmente adverso da África “negra”, sendo esta última caracterizada pelas culturas regionais provindas de milenares tribos africanas. Também é possível destacar a própria cor da pele dos africanos nessas duas regiões: os descendentes de árabes possuem uma tez clara, em grande parte, enquanto que os africanos relacionados com as culturas tribais já têm uma cor mais negra.

Sendo assim, a África vem a ser o resultado de anos de ocupação e influência das mais diversas culturas do mundo que remodelaram e transformaram seu continente num espaço diversificado e muitas vezes carente de recursos econômicos, por outro lado, suas belezas naturais são únicas e, por enquanto, estão permanentes em todo seu território.

Divisão Física (localização) da África

Norte da África Argélia, Egito, Líbia, Marrocos, Saara Ocidental e Tunísia
Oeste da África Benin, Burkina Faso, Cabo Verde, Gâmbia, Gana, Guiné, Guiné-Bissau, Libéria, Mali, Mauritânia, Níger, Nigéria, Senegal, Serra Leoa e Togo
África Central Camarões, Congo, Gabão, Guiné Equatorial, República Centro-Africana, República Democrática do Congo, São Tomé e Príncipe e Chade
Leste da África Burundi, Dijbuti, Eritreia, Etiópia, Quênia, Ruanda, Somália, Sudão, Tanzânia e Uganda
Sul da África África do Sul, Angola, Botsuana, Lesoto, Madagascar, Malauí, Moçambique, Namíbia, Suazilândia, Zâmbia e Zimbábue

Ilustração

Divisão Sócio-Econômica da África

África “branca” Argélia, Dijbuti, Egito, Eritréia, Etiópia, Líbia, Mali, Marrocos, Mauritânia, Níger, Saara Ocidental, Somália, Sudão e Tunísia.
África “negra” Benin, Burkina Faso, Cabo Verde, Gâmbia, Gana, Guiné, Guiné-Bissau, Libéria, Nigéria, Senegal, Serra Leoa, Togo, Camarões, Congo, Gabão, Guiné Equatorial, República Centro-Africana, República Democrática do Congo, São Tomé e Príncipe, Chade, Burundi, Quênia, Ruanda, Tanzânia, Uganda, África do Sul, Angola, Botsuana, Lesoto, Madagascar, Malauí, Moçambique, Namíbia, Suazilândia, Zâmbia e Zimbábue

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